quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Novos Treinamentos !!!

TREINAMENTO EM SQL SERVER 2008 – WEBDOO

De 17/08/2009 a 09/09/2009

Ementa:


1 - Introdução

2 - Instalação e Configuração

3 - Ferramentas de gerenciamento do SQL Server

4 - Fundamentos de arquitetura do SQL Server

5 - Criando Bancos de Dados

6 - Consultando Dados

7 - Alteração de Dados

8 - Consultas Avançadas

9 - Implementando Índices

10 - Integridade de Dados

11 - Visões, Gatilhos e Procedimentos

12 - Segurança

13 - Backup e Restauração

14 - Outros Recursos


Apostila disponível em: http://www.2shared.com/file/7291142/9d8b6ba9/SQLServer2008.html





TREINAMENTO EM COBOL – UNIVERSIDADE CATÓLICA DE BRASÍLIA

De 22/08/2009 a 08/10/2009

Ementa:

1 – Introdução

2 – Histórico da Linguagem Cobol

3 – Divisões do Cobol

3.1 – Identification Division

3.2 – Environment Division

3.3 – Data Division

3.4 – Procedure Division

4 – Palavras Reservadas

4.1 – CaractereseE Tipos De Dados

4.2 – Formação de Palavras

4.3 – Palavras Reservadas

1 – Palavras-Chaves

2 – Palavras Opcionais

5 – Constantes

5.1 – Constante Literal

5.2 – Constante Figurativa

6 – Codificação

7 - Identification Division

8 - Environment Division

8.1 – Configuration Section

8.2 – Input-Output Section

9 – Data Division

9.1 – Dados e Campos

9.2 - File Section

9.3 - Working-Storage Section

9.4 - Linkage Section

9.5 – Arquivo Imagem de Impressão – Relatório

10 - Procedure Division

10.1 – Registradores Especiais

10.2 – Comandos 37

11 - Revisão

12 - Banco de Dados


Apostila disponível em: http://www.2shared.com/file/7291178/5673d174/Curso_COBOL.html



Slide 3

sábado, 23 de maio de 2009

INOVDades!!!


Palm Pre chega ao Brasil no segundo semestre para desafiar iPhone

O Palm Pre, aparelho que causou alvoroço na edição deste ano da feira Consumer Electronics Show (CES), ocorrida na semana passada, em Las Vegas, chega no segundo semestre ao Brasil. A informação é do setor de pré-vendas da Palm no país.



O aparelho conquistou analistas durante a maior feira de tecnologia do mundo, e vem para disputar o mercado de smartphones --hoje dominado pelo iPhone, da Apple. Ele sequer foi lançado nos EUA. No entanto, devido às similaridades entre os dois smartphones, comparações são inevitáveis.
Divulgação
O smartphone Palm Pre que, segundo sites de tecnologia, é melhor que smartphone
O smartphone Palm Pre que, segundo sites de tecnologia, é melhor do que iPhone

Sua configuração, segundo o site oficial, é poderosa: possui tecnologia 3G, Wi-Fi, Bluetooth, GPS, câmera de 3 megapixels, 8 GB de armazenamento, conector padrão de fone de ouvido, acelerômetro, dentre outros recursos. O sistema operacional é o novo webOS, cujo desenvolvimento foi baseado na internet. Convidativo, apresenta um bonito e sofisticado design.

A novidade já levanta comparações com o iPhone em blogs especializados, como o Gizmodo.

O site dá vantagem ao Palm Pre em quase todas as categorias analisadas. Duas vantagens dele sobre os demais são o sistema multitarefas, que vem como um elemento de composição do design, e a integração de internet, que agrega todos os contatos esparsos em sites ou comunicadores dos quais o usuário participa.

No MobilySite, por exemplo, o Palm Pre empatou com o Windows Mobile. "Mas o sistema de classificação foi muito estranho e parecia ser cumulativo", comentou o blogueiro Matthew Miller, do ZDNet, ao analisar as comparações.

Outra comparação está no próprio blog oficial do iPhone. Lá, destaca-se o que o Palm Pre "roubou" do iPhone e o que o iPhone deve incorporar, a partir do Pre.

Você (ainda) precisa mesmo de... Cobol?

Extraído da Coluna News & Tips Programação

Esta linguagem empresarial tão mal-falada, mas amadurecida pelas batalhas, está se adaptando aos novos tempos. E você ?

CLAIRE TRISTAM

O tempo de ficar adiando decisões sobre programas legados COBOL está se esgotando. No passado, quando o espaço de armazenamento era escasso, os Programadores Cobol tiveram a brilhante idéia de poupar alguns bytes assumindo que o campo de data tinha anos começando com "19".

Em uma grande companhia comum existem milhões de linhas de código COBOL, inclusive nos aplicativos de contabilidade mais críticos, todas rodando com programas que desmoronarão no ano 2000. E não se cometa o erro de pensar que quatro anos é muito tempo para fazer a mudança: portar ou reescrever todos esses aplicativos é uma tarefa que levará anos para se completar.

Pense nisso como uma oportunidade de finalmente transformar os moribundos aplicativos legados usando uma linguagem de programação estado-da-arte – uma que ofereça aos desenvolvedores ferramentas visuais de front-end, objetos reutilizáveis e bastante independência de plataforma. Após considerar tudo isso, pode acontecer de simplesmente se chegar a conclusão de que a melhor linguagem para se fazer tudo isso é ... COBOL.

Há algumas razões claras e óbvias pelas quais o COBOL pode fazer sentido para uma companhia – ainda que seja uma versão mais nova capaz de aceitar datas do próximo milênio. Por exemplo, a atualização do código COBOL existente será mais barata do que reescrever os programas do zero em uma nova linguagem, particularmente quando consideramos os ciclos de testes adicionais necessários antes de confiar as contas de uma empresa a um aplicativo inteiramente novo.

Além disso, é provável que os programadores tenham muito mais experiência com COBOL do que com uma linguagem de Quarta geração. "A companhia típica da Fortune 500 tem 500 programadores Cobol", diz Marc Sokol, vice-presidente de estratégia de produtos da Computer Associates International. "Estas pessoas tem muita experiência no ramo. O que nós ouvimos dos clientes é: ‘Quero que pessoas que conhecem minha empresa administrem meus negócios’. Isso significa que o Cobol continuará a ser importante".

De fato, um estudo de 1994 conduzido pela International Data Corp. Revelou que 60% das companhias do mundo todo estão atualmente aplicando um plano para manter, ou mesmo aumentar, sua dependência do Cobol no futuro.

Existe mais a favor do COBOL do que a mera inércia tecnológica ou o nível de conforto dos funcionários. Como muito do que existe lá fora está congelado em antiquados programas monolíticos, é fácil dizer que já se foi o tempo desta linguagem. Mas não nos enganemos. O COBOL já não é aquele do tempo antigo. Eis algumas das vantagens que os novos desenvolvimentos do COBOL podem propiciar a uma organização:

Novas ferramentas visuais para COBOL podem aumentar
a produtividade em 20% ou mais.

Com ferramentas de desenvolvimento visual, agora é possível tirar partido da experiência dos programadores Cobol e ainda obter ganhos de produtividade do desenvolvimento de softwares em Desktop . "Se o desenvolvimento pode sermelhor implementado em outro lugar, ninguém vai querer mantê-lo no maiframe", pondera Don DePalma, analista sênior de estratégia de software da Forrester Research.

"A Micro Focus e a Computer Associates oferecem grandes ambientes de desenvolvimento que podem facilmente reduzir de 20% a 30% das necessidades de Mips (Milhões de instruções por segundo) de mainframe. Uma vez rompido o cordão umbilical com o mainframe, descobre-se que os programadores adoram trabalhar em máquinas mais velozes que lhes permitem diagnosticar e depurar código mil vezes mais rapidamente."

Alguns tipos de Cobol proporcionam
independência de plataforma.

Cobol Cliente-Servidor ? Por que não ? Fornecedores de Cobol que não se conformam em morrer com o mainframe desenvolveram produtos desenvolveram produtos para múltiplas plataformas, tornando-o uma das mais versáteis linguagens de programação existentes. Se alguém tem um aplicativo e está satisfeito com ele mas deseja fazer downsizing, basta envolvê-lo com uma interface gráfica com o usuário e ninguém nunca precisará saber que se trata de Cobol.

Os programadores são liberados de responder as requisições dos usuários, o número de Mips de mainframe é reduzido, evita-se a necessidade de atualizar o monstrengo e acaba-se com a preocupação de escrever aplicativos inteiramente novos.

O código pode ser
revisado facilmente

"Claro, todo mundo diz que Cobol é ‘verboso’ mas, por outro lado, daqui a cinco anos, será possível entender o que o programador escreveu", ressalta Mark Duckworth, membro da equipe técnica da US West Communications. "As companhias estão começando a descobrir que outras linguagens são ‘somente escrita’ – depois que o código é escrito, ninguém mais consegue lê-lo.".

"Mais do que qualquer outra linguagem, o Cobol é intuitivo", destaca Jon Hemming, gerente de desenvolvimento de aplicativos empresariais da Divisão Software Solutions da IBM. "É possível sentar e ler um programa Cobol. Código C++ se parece com uma sopa de letrinhas para quem não o escreveu.. Com Cobol, se trazemos uma pessoa nova para a empresa, o que se tem é código autodocumentado que reflete o problema empresarial que se está tentando resolver."

Os objetos fazem parte do caminho
de padronização do COBOL

Micro Focus e IBM tem agressivamente introduzido tecnologias de objetos em seus produtos Cobol, uma capacidade que está destinada a se tornar parte do padrão Cobol ANSI 1997. "Nosso enfoque é oferecer a tecnologia agora, mas também estamos sendo conservadores para evitar nos adiantarmos ao padrão", explica Hemming. "somente oferecemos aquilo que estamos altamente confiantes de que fará parte do padrão. Assim nossos clientes estarão no caminho certo quando ele for concluído em 1997.

E o Cobol oferece
padrões de Verdade

Há algumas vantagens em melhorar uma tecnologia antiga em vez de se adotar uma nova. Uma das vantagens é que, com o Cobol, sabe-se quem está no comando. O ANSI tornou-se a entidade definitiva para o estabelecimento de regras. Muito pode ser dito a favor disso, especialmente em contraste com as facções concorrentes que batalham para definir a padronização das 4GLs. O Cobol pode ser velho mas é estável e, com algumas cirurgias plásticas como ferramentas visuais, independência de plataforma e objetos fica bem bonito.

É claro que há uma armadilha: permanecer com o Cobol, será um poço sem fundo para o orçamento se a empresa continuar a trabalhar com programadores Cobol grudados na tela verde e amarrados ao mainframe. Eis como uma empresa pode tirar o máximo partido do Cobol.

Tornar aplicativos somente de leitura
acessíveis para os usuários já.

DePalma, da Forrester Recearch, estima que 30% dos recursos de programação Cobol podem ser liberados, proporcionando ao usuário acesso direto aos dados corporativos de que precisam via gateways de fabricantes como Cross Access, Trinzic e Information Builders, em vez de usar programadores Cobol para extrair as informações. "Muitos recursos são de programação são liberado ao se permitir que as pessoas façam seus próprios relatórios e consultas", assegura DePalma.

Decida se por um plano de atualização
que leve em conta todos os aplicativos empresariais

O furo do milênio força uma tomada de decisão sobre o que fazer com todos os aplicativos existentes atualmente rodando em uma versão de Cobol com campo de data de dois dígitos. Quais aplicativos devem ser convertidos para uma nova linguagem de programação mais nova, e quais para uma nova versão de Cobol ?

DePalma sugere um enfoque direto. Ficar com o Cobol para grandes tarefas em lote, aplicativos com os quais se está plenamente satisfeito e aplicativos são uma total bagunça que não vale a pena desperdiçar preciosos recursos neles. Para novos aplicativos, a equação precisa pesar a experiência dos programadores comas vantagens que se deseja ganhar passando para uma nova linguagem de desenvolvimento.

Adotar como padrão a versão mais recente de Cobol
que satisfaça as necessidades

Uma vez sabendo quais os aplicativos legados se deseja manter em Cobol, pleneje atualizar seus sistemas para tirar vantagem das novas ferramentas de produtividade ofereceidas pelos fornecedores de Cobol. "Normalmente, há uma lentidão nos padrões Cobol", observa DePalma. "Quem fica para trás, fica como um homem no gelo dos Alpes, Fica preso a uma tecnologia velha demais e inflexível demais."

Embora o último padrão ANSI tenha sido concluído em 1985, muitos usuários Cobol ainda estão por converter seus aplicativos. A IBM, por exemplo, estima que cerca de 30% de seus clientes rodam ainda antigas versões de Cobol que a empresa já não suporta, com programas que não funcionarão no ano 2000.

Se você é um destes retardatários, provavelmente está preso a um ambiente de desenvolvimento que limita a escolha de sistemas operacionais e plataformas e que não permite desfrutar dos benefícios das novas versões dos Compiladores. De fato, a dependência de versões antiquadas de Cobol condena a empresa ao purgatório dos sistemas legados e do mainframe.

O treinamento dos veteranos
programadores Cobol é crítico

É certo que o Cobol ainda é o Cobol. Mas funcionários que estão acostumados ao velho ambiente precisarão de treinamento antes de poderem beneficiar-se da passagem do desenvolvimento para um ambiente visual e uma máquina mais veloz. "Quem ficar com o Cobol precisa romper com maus hábitos". Adverte DePalma. "Estes programadores estão acostumados a programas tipo ‘monte de espaguete’ . Eles precisam reaprender a programar. Precisam aprender a usar as extensões orientadas a objetos."

Talvez o ponto mais forte do novo Cobol é que ele permite tirar partido do investimento em pessoas e aplicativos, ao mesmo tempo aumentando a produtividade. "A principal coisa a lembrar é que você pode programar até em grego, mas o realmente importa é tirar vantagem das novas tecnologias a medida que elas surgem", lembra DePalma. "Isso significa pensar em sair da caixa do Cobol tradicional".

Vamos conhecer um pouco sobre COBOL?


COBOL é uma linguagem de programação de Terceira Geração. Este nome é a sigla de COmmon Business Oriented Language (Linguagem Orientada aos Negócios), que define seu objetivo principal em sistemas comerciais, financeiros e administrativos para empresas e governos.

O COBOL 2002 inclui suporte para programação orientada a objetos e outras características das linguagens modernas. Entretanto, a maior parte deste artigo está baseado no COBOL 85.

O COBOL foi criado em 1959 durante o CODASYL (Conference on Data Systems Language), um dos três comitês propostos numa reunião no Pentágono em Maio de 1959, organizado por Charles Phillips do Departamento de Defesa dos Estados Unidos. O CODASYL foi formado para recomendar as diretrizes de uma linguagem para negócios. Foi constituído por membros representantes de seis fabricantes de computadores e três órgãos governamentais, a saber: Burroughs Corporation, IBM, Minneapolis-Honeywell (Honeywell Labs), RCA, Sperry Rand, e Sylvania Electric Products, e a Força Aérea dos Estados Unidos, o David Taylor Model Basin e a Agência Nacional de Padrões (National Bureau of Standards ou NBS). Este comitê foi presidido por um membro do NBS. Um comitê de Médio Prazo e outro de Longo Prazo foram também propostos na reunião do Pentágono. Entretanto, embora tenha sido formado, o Comitê de Médio Prazo nunca chegou a funcionar; e o Comitê de Longo Prazo nem chegou a ser formado. Por fim, um subcomitê do Comitê de Curto Prazo desenvolveu as especificações da linguagem COBOL. Este subcomitê era formado por seis pessoas:

Este subcomitê completou as especificações para o COBOL no fim do ano de 1959. Elas foram inspiradas em grande parte pela linguagem FLOW-MATIC inventada por Grace Hopper, e pela linguagem COMTRAN da IBM inventada por Bob Bemer.

As especificações foram aprovadas pelo CODASYL. A partir daí foram aprovadas pelo Comitê Executivo em Janeiro de 1960, e enviadas à gráfica do governo, que as editou e imprimiu com o nome de Cobol 60. O COBOL foi desenvolvido num período de seis meses, e continua ainda em uso depois de mais de 40 anos.

Definindo as características

O COBOL foi definido na especificação original, possuia excelentes capacidades de autodocumentação, bons métodos de manuseio de arquivos, e excepcional modelagem de dados para a época, graças ao uso da cláusula PICTURE para especificações detalhadas de campos. Entretanto, segundo os padrões modernos de definição de linguagens de programação, tinha sérias deficiências, notadamente sintaxe prolixa e falta de suporte de variáveis locais, recorrência, alocação dinâmica de memória e programação estruturada. A falta de suporte à linguagem orientada a objeto é compreensível, já que o conceito era desconhecido naquela época.

O COBOL possui muitas palavras reservadas, e é difícil evitar de usar alguma inadvertidamente sem o uso de alguma convenção, como adicionando um prefixo a todos os nomes de variáveis. A especificação original do COBOL suportava até código auto-modificável através do famoso comando "ALTER X TO PROCEED TO Y". Entretanto, a especificação do COBOL foi redefinida de tempos em tempos para atender a algumas das críticas, e as últimas definições do COBOL corrigiram muitas destas falhas, acrescentando estruturas de controle melhoradas, orientação a objeto e removendo a possibilidade de codificação auto-modificável.

Mantendo-se forte

Embora o COBOL tenha sido proposto originalmente como solução para resolver problemas de programação do governo e das forças armadas americanas, programas COBOL continuam em uso na maioria das empresas comerciais em todo o mundo, notadamente nas instituições financeiras, e em praticamente todos os sistemas operacionais, incluindo o IBM z/OS, o Microsoft Windows e a família Unix/Linux. A base global de código é imensa e os aplicativos, de tempos em tempos, são sujeitos a manutenção. O custo de reescrever um aplicativo COBOL, já depurado, em uma nova linguagem não justifica os benefícios que possa eventualmente trazer. No fim dos anos 90 o Gartner Group, uma empresa de pesquisa na área de processamento de dados, estimou que dos 300 bilhões de linhas de código-fonte existentes no mundo, 80% - ou cerca de 240 bilhões de linhas - eram em COBOL. Eles também reportaram que mais de metade dos novos aplicativos de missão crítica ainda estavam sendo desenvolvidos usando o COBOL.

Ao se aproximar o fim do século XX houve uma febre de atividade de programadores COBOL para corrigir os efeitos do bug do milênio, em certos casos em sistemas desenvolvidos por estes mesmos programadores há décadas. Este problema foi mais crítico no código COBOL porque as datas são primordiais em aplicativos comerciais, e a maioria dos aplicativos comerciais foram escritos em COBOL.

Algumas pessoas acreditam que o uso de aritmética decimal codificada em binário fez com que programas desenvolvidos sem a previsão de datas com ano de 4 dígitos ficassem particularmente vulneráveis a falhas com o problema do ano 2000; entretanto é difícil justificar esta opinião. Outros argumentam que a aritmética BCD do COBOL evitou muitos outros problemas que poderiam ocorrer com o uso ingênuo do ponto flutuante em cálculos financeiros.

O COBOL provou ser durável e adaptável. O padrão atual do COBOL é o COBOL2002. O COBOL2002 suporta agora conveniências modernas como Unicode, geração de XML e convenção de chamadas de/para linguagens como o C, inclusão como linguagem de primeira classe em ambientes de desenvolvimento como o .NET da Microsoft e a capacidade de operar em ambientes fechados como Java (incluindo COBOL em instâncias de EJB) e acesso a qualquer base SQL.

Alô Mundo - Um exemplo

       IDENTIFICATION DIVISION.
PROGRAM-ID. HELLO-WORLD.
*
ENVIRONMENT DIVISION.
*
DATA DIVISION.
*
PROCEDURE DIVISION.
PARA-1.
DISPLAY "mundo, alo.".
*
STOP RUN.


Se copiar e colar este exemplo, cuidado com a identificação, já que ela é fundamental (pelo menos) em compiladores COBOL padrão [ANSI].

Em alguns compiladores, o código acima poderia ser escrito sem especificação das divisões que não são utilizadas. Ficando apenas assim:

           DISPLAY "Alô, Mundo.".

Escrever programas COBOL omitindo divisões e seções ou escrevendo fora da faixa convencionalmente aceita pelo ANSI (colunas de 8 a 72) pode prejudicar o intercâmbio de programas entre ferramentes e plataformas.

Se estiver disponibilizadas ferramentas de apoio do COBOLware o resultado poderia ser exibido em uma janela modo gráfico e no modo texto.

           EXEC COBOLware SEND Message "Alô, Mundo." END-EXEC.

Visões opostas do COBOL

Todas as linguagens de programação têm seus defensores e detratores. Já foi dito que com linguagens como o C, o C++ e Java a única maneira de modificar o código legado é reescrevendo-o a cada vez. Por outro lado, já se disse do COBOL que na realidade só há um único programa COBOL que foi copiado e modificado bilhões de vezes.

Crítica

A motivação do desenvolvimento do COBOL era de facilitar a programação tornando a linguagem a mais próxima possível do inglês. Embora esta idéia pareça razoável, na prática a tarefa mais difícil na programação é reduzir uma computação complexa numa seqüência de passos simples, não associando estes passos com uma linguagem natural. Os críticos argumentam que a sintaxe prolixa e a estrutura geral do COBOL só serve para aumentar o tamanho do programa e dificultar o desenvolvimento do pensamento preciso necessário para o desenvolvimento de software. O cientista de computação Edsger Dijkstra observou em um artigo em 1975 (How do we tell truths that might hurt?): "O uso do COBOL mutila a mente; seu ensino deveria, portanto, ser considerado um crime".

Antigas versões do COBOL não dão suporte a variáveis locais e portanto não implementam inteiramente a programação estruturada.

Alguns programadores brincam dizendo que a extensão orientada a objeto do COBOL deveria ser chamada ADD 1 TO COBOL GIVING COBOL. Trata-se de uma analogia com o C++, um trocadilho da sintaxe da linguagem C para incrementar uma variável, e evidenciar a prolixidade do COBOL comparada com o C.

Defesa

Por outro lado, os defensores do COBOL argumentam que os que o criticam e ironizam a linguagem nunca foram programadores COBOL e geralmente o desconhecem. Na maioria das versões atuais os compiladores não fazem distinção entre maiúsculas e minúsculas, embora o compilador irá transformar em maiúsculas todas as palavras-chave antes de processá-las.

Se alguém quiser tornar o COBOL menos prolixo do que é, geralmente consegue. Por exemplo o código:

      ADD A TO B GIVING C.
DIVIDE 2 INTO C GIVING C.

pode ser escrito assim:

      COMPUTE C = (A + B) / 2.

e o verbo COMPUTE pode manipular fórmulas bastante complexas em forma algébrica. Por exemplo, o código em COBOL de uma equação da fórmula de Bhaskara x=\frac{-b + \sqrt {b^2-4ac\  }}{2a}.

pode ser escrita, usando o verbo COMPUTE, que pode manipular fórmulas bastante complexas em forma algébrica, como esta:

      COMPUTE X = (-B + (B ** 2 - (4 * A * C)) **.5) / (2 * A)

ou esta:

      MULTIPLY B BY B GIVING B-SQUARED.
MULTIPLY 4 BY A GIVING FOUR-A.
MULTIPLY FOUR-A BY C GIVING FOUR-A-C.
SUBTRACT FOUR-A-C FROM B-SQUARED GIVING RESULT-1.
COMPUTE RESULT-2 = RESULT-1 ** .5.
SUBTRACT B FROM RESULT-2 GIVING NUMERATOR.
MULTIPLY 2 BY A GIVING DENOMINATOR.
DIVIDE NUMERATOR BY DENOMINATOR GIVING X.
Enquanto linguagens concisas como o C podem encorajar desenvolvedores a escrever código que pode ser difícil a entender e depurar, o COBOL encoraja o desenvolvimento inteligível ao nível da instrução.